AUSZÜGE AUS PRESSECORAGE UND REVIEWS

[ZUSAMMENFASSUNG]

Konzert Mar Anterior | Encantaria | Donzela Guerreira

 

Tage Alter Musik Regensburg - Uwe Mitsching (click)


Kritik Deutsch Uwe Mitsching (pdf)

 

"Für diese Vereinigung von »männlichem und weiblichem Prinzip« war auch beim achten Konzert nach dem fulminanten Auftakt des Festivals mit den Regensburger Domspatzen jeder Zusatzplatz im Rathaussaal restlos ausverkauft [...]Fast anderthalb Stunden dichter Wechsel des musikalischen Idioms sind das, unterhaltsam, rhythmisch mitreißend, emotional dicht".

Uwe Mitsching - Bayerische Staatszeitung


"In seiner Reise durch verschiedene Welten und alte Instrumente erschafft ANIMA eine aufregende, sowohl zeitgenössische als auch multikulturelle Klanglichkeit".

Irineu Franco Perpétuo - Folha de São Paulo


"Seit 20 Jahren widmet sich die Gruppe ANIMA bereits einer höheren Musik – einer Musik, die die Sprache der Seele spricht und sich aus ätherischer Schönheit und historischer Forschung heraus dem Erhabenen nähert. In seinem neuen Album ‚Donzela Guerreira’, entstanden aus dem gleichnamigen Musiktheaterstück, konnte sich die Gruppe jedoch selbst übertreffen. Diese Neuerscheinung aus dem Sesc Label ist ein wertvolles Werk, welches sich nicht im Musikalischen ausschöpft und zudem von einem illustrierten und informativen Booklet, gleich einem Opernlibretto, begleitet wird".

Bruno Ribeiro - Correio Popular, Campinas, São Paulo


"ANIMA ist eine Musikgruppe, welche auch die einfachste Vorstellung dessen übertrifft, was eine Musikgruppe ist. Die Spezialität von ANIMA ist es, Schätze auszugraben und – statt sie zu verbergen und sich damit allein zu bereichern – ihre Schönheit zu teilen. Ihre Freude liegt darin, mit dieser Magie zu bezaubern und zu beweisen, dass diese andere genauso sehr begeistert wie sie selbst. ANIMA teilt diese Schätze  zuvor verleiht sie ihnen jedoch neuen Glanz… Es ist sehr wahrscheinlich, dass es viele Gruppen wie ANIMA auf der ganzen Welt gibt. Aber ANIMA hat für uns als Lateinamerikaner eine andere Bedeutung. Ihre Arbeit besteht nicht allein daraus, tief in die Melodien einzutauchen, die das Volk singt, und den Spuren zu folgen, die uns in eine zeitlose Vergangenheit versetzen, und die dadurch nicht in Vergessenheit geraten, sondern uns als neue Entdeckungen erscheinen. Die Besonderheit von ANIMA ist vielmehr die Art und Weise, wie die Gruppe diese Musik neu zu erfinden vermag, indem sie ihre Essenz respektiert und bewahrt. […]".

Felipe Vallejos - Diário La Nación, Paraguay


"Zwei Welten, die sich in der Gruppe ANIMA begegnen, sollten im Grunde mehr Unterschiede als Ähnlichkeiten aufweisen. Gleich beim ersten Hören jedoch erweist sich diese Annahme als falsch. Eher werden die Unterschiede zwischen zwei verwandten Welten in den Interpretationen der Gruppe hervorgehoben… Die Musik wird nuancierter, befreit sich von den Noten und erlangt eine Wirkungskraft, die uns aus der Popularmusik bekannt ist. Der Zuhörer merkt, indem er ANIMA zuhört, dass das, was sie machen, eigentlich vertrauter ist, als man vermuten würde. Ein Wagnis, welches gesehen und bewundert werden sollte. Mit ANIMA wird uns unsere Vergangenheit in unerwarteten Dosen von Leidenschaft und guter Musik geliefert. Und wir fühlen uns damit als Teil des Spektakels, welches sie uns anbieten."

Julinho Bittencourt - A Tribuna de Santos, SP


"Vitalität und Objektivität sind vielleicht, unter vielen, die größten Talente von ANIMA. ANIMA ist ein seltener Fall eines nuancierten Verbindens von Ideen, die sie ohne Angst verschmelzen lassen."

Steve Taylor - Rootsworld – Deutschland und USA


"Die Gegenüberstellung, Fusion und Überwindung der Alten Musik und der traditionellen brasilianischen Musik durch die Gruppe ANIMA ist erfrischend und aufregend – die beste “world music”, die ich in letzter Zeit gehört habe."

Rod Waterman - Cinnamon Sticks, The Recorder in Australasia, Australien

 

- The Kennedy Center (pdf)

- Early Music America (pdf)

 

Rádio UOL

 

Donzela Guerreira. 30/04/10,  mensal Guia da Folha Livros Discos Filmes

 

Caderno Ilustrada da Folha de S. Paulo, quarta, 24/03/2010

 

Correio Popular, Campinas, SP

A matéria no jornal Correio Popular, de Campinas, foi mesmo publicada ontem, terça, 23/03/2010, como informado. A matéria saiu grande, com destaque e bem ilustrada. Mas não temos a 'imagem' do jornal, apenas a versão internet no portal Cosmo.

 

Folha de S. Paulo

No caderno Mais! da Folha de S. Paulo, domingo, 21/03/2010

 

Portal Raiz

matéria postada no portal Raiz em 14/03/2010 . Para ver, acessem REVISTA RAIZ

 

Rádio Jovem Pan AM

No último dia 11 de março tivemos entrevista da Valeria à rádio Jovem Pan AM – devidamente registrada no sáite, e com link para audição e para dowload do podcast em JOVEM PAN

 

Marília Vargas - la voce d angelo - Mais uma artista brasileira elogiada na Itália!

A crítica italiana, em matéria de vozes e cantores, é rigorosa, exigente e às vezes mal intencionada. Em se tratando de vozes e cantores estrangeiros, o rigor aumenta. E em se tratando de vozes e cantores do chamado terceiro mundo, chega ela aos limites do exagero. O rigor para com brasileiros é notório. Que o digam cantores brasileiros que têm tentado apresentar-se na Itália ...

Ora, pois, é conhecida na Itália a extrema dificuldade que brasileiros têm para pronunciar corretamente as palavras em italiano. E também não é pouco assinalada a falta de conhecimento de música de cantores brasileiros que tentam apresentar-se na terra da música, do canto e da ópera que é a Itália.

Outro aspecto restritivo para os brasileiros na Itália é que raramente um patrício nosso fala real e fluentemente uma das línguas ditas “internacionais”, que são o inglês, o francês, o espanhol, o alemão e o italiano. Reparem os leitores que a imensa maioria dos poucos cantores brasileiros que se apresenta na Europa o faz em países como Alemanha, Áustria, Inglaterra, Suíça e França, nos quais a exigência de correta pronúncia do italiano não existe. Na Itália, são pouquíssimos os cantores de nacionalidade brasileira, que atuem com nacionalidade brasileira, a se apresentarem. Em grandes teatros, nem se fala.

Por tudo isso, ler em uma revista italiana que o soprano brasileiro MARILIA VARGAS, que recentemente cantou em Milão, na tradicionalíssima Biblioteca Sormani, tem “VOZ DE ANJO”, ou seja, voz de anjo, é estimulante pelo aspecto artístico, fascinante pela raridade e emocionante pela adjetivação. "VOCE D ANGELO" na terra das Tebaldi, das Scotto e das Dessi e Cedolins é superlativo.

Nossa MARÍLIA, que já há algum tempo se destaca como extraordinária cantora, musicista de exceção e entusiasmada e entusiasmante divulgadora da arte e da cultura brasileiras no exterior, agora apresentou-se em singularíssimo concerto em que se tentou demonstrar pontos de convergência e semelhança entre a música medieval e renascentista européia e a música indígena afro-brasileira e derivados da música de tradição oral brasileira. Dentro da chamada etnomusicologia, estudiosos encontraram pontos de contato entre peças de Dom Alfonso X, Martin Codax, Gautier de Coincy e outros com a música dos rituais da “iamurikumã” dos índios do Alto Xingu e das visões musicais da tribo dos Kaxinauá. Fascinante !!!

Do espetáculo, fizeram parte a cantora Marlui Miranda, a harpista Sílvia Ricardino, a guitarrista Gisella Nogueira, a flautista Valéria Bittar, o cravista e percussionista Paulo Dias, o tocador de violas de arame e outros instrumentos de corda Luiz Fiamminghi, todos muito elogiados.

Bravos todos, E BRAVA MARÍLIA VOZ DE ANJO !!!!

MARCUS GÓES - MAIO/2009

NB. O concerto se realizou na Sala Del Grechetto da Biblioteca Sormani, em Milão, em 11 de dezembro de 2008. A crítica referida é de autoria de Silvia Limongelli, da revista MUSICA de fevereiro de 2009.

www.movimento.com

 

Grupo Anima – Musica Mondana Humana et Instrumentalis
Milano, Sala del Grechetto della Biblioteca Sormani, 11 dicembre 2008

Il Grupo Anima-Musica Mondana Humana et Insrtumentalis ha debuttato in Italia regalando agli ascoltatori un'impressione di straordinaria comunione spirituale tra culture ed epoche lontane tra loro. Un rapporto sottile e misterioso legava la musica medievale e rinascimenule del continente europeo alla musica indigena afrobrasiliana e derivante dalla tradizione orale brasiliana. In un dialogo costante tra passato e presente, dunque, tra cultura erudita e cultura popolare, frutto di una ricerca partita da posizioni che coinvolgono 1'etnomusicologia come la musicologia, l'ermeneutica come il teatro contemporaneo, nello spazio-tempo ritualizzato del palcoscenico trovava celebrazione l'immagine della Donzella Guerriera, sintesi dei principi opposti e complementari del maschile e del femminile. Così le musiche di Hildegard von Bingen, Dom Alfonso X, Martin Codax, Gautier de Coincy si alternavano alla musica dei rituali dell'iamurikumã delle indigene dell’Alto Xingu e delle visioni delle indiane Kaxinauá, e anche dei rituali femminili delle caixeiras-do-divino, ancora oggi praticati dalle donne nelle loro rispettive comunità, per lo più illetterate ed insediatesi in zone remote dai centri urbani. La voce d'angelo di Marília Vargas e il sensuale e tenebroso canto di Marlui Miranda erano i simboli dei due mondi opposti e complementari, quello civilizzato, di corte, e quello indigeno; il linguaggio, idiomatico, era un trionfo di colori e ritmi particolarissimi e suggestivi. Contrappunto e sostegno del canto, la fragilità dell'arpa trovadorica di Silvia Ricardino, l'armoniosità della chitarra di Gisela Nogueira e della vielle di Luiz Fiaminghi, il tono suadente dei flauti dolci di Valeria Bittar, il puntuale suono dell'organetto e del clavicembalo di Paulo Dias, come il coinvolgente, scuro colore della viola de arame (la viola brasiliana con dieci corde) di Gisela Nogueira, i suggestivi flauti e strumenti indigeni brasiliani di Valeria Bittar e Marlui Miranda, le percussioni decisamente virtuosistiche di Paulo Dias, la delicatezza delle rebecas brasileiras (violini brasiliani) di Luiz Fiaminghi. A catalizzare l'attenzione del pubblico l'intensa personalità di Marlui Miranda, forse un po' consumata nello strumento vocale ma insuperata protagonista di un duetto «a cappella» in cui le voci, maschile e femminile, erano usate a stregua di strumenti a percussione, e di un «a solo» in cui i contraltari del canto erano, sorprendentemente, il suono dell'acqua e il movimento magico delle sue mani dell'acqua.

Silvia Limongelli – Musica, feb. 09

 

“The two worlds found in the music of Anima would seem to feature many more differences than similarities. But on first hearing, such a notion is stood on its head. Differences between two worlds that are in many ways very similar are brought out in the group's interpretations ... The music's nuances soar from the score and strike you as typical of popular or folk songs. So on listening to their music, you realize that the music Anima is making is more familiar than you had thought at first. This is rare audacity that has to be seen and admired. We are given our ancestral heritage in impromptu doses of pleasure and excellent music. In fact, we get a feeling of actually being part of the fine spectacle thus produced.”

Julinho Bittencourt – A Tribuna de Santos, São Paulo

 

“Seen as one of Brazil's leading chamber music groups, Anima returns to Salvador to launch fourth CD. Their meticulous and extremely well executed musical work is based on research into our musical history. The CD is further enhanced by the high quality of the notes from their extensive research with full references and so forth, embellished by graphic design that is riveting in its painstaking perfection … Bridging serious and popular music, bringing archaic and contemporary culture together through the aesthetic filter of live 21st century performers, Anima succeeds in connecting not only to the past, but also to a period of fantasy, of materials long lost to us.…”

Luciano Aguiar – A Tarde, Salvador, Bahia

 

“... So, since I mentioned Christmas, the essence of being Brazilian, and fine cultural work, now I must enthusiastically recommend the admirable work of Anima, the Campinas group. Over the last 15 years they have been staging most interesting dialogues between the medieval and Renaissance traditions of Spain and Portugal, and popular music and song from the backlands of Brazil - cattle herder chants, beggars' songs, laments. Unfazed by the boundaries in time or divisions between classical and popular, the group has succeeded in making music that is new and old at the same time, sounding quite novel to the ear but extremely familiar to the soul. Think of the Armorial Movement, the unsophisticated instruments of the common people, pipes, old songs lost in time; add the noble sounds of the harpsichord; add rhythm from anything you can get sound out of - from clay water-jugs to Japanese gourds, clam shells, or drums from the African or indigenous traditions; wrap all this in intelligent and sophisticated interpretation and you get a rough idea of Anima's “Espelho” CD - finely crafted recording, sleeve and notes.

Cora Rónai – O Globo, Rio de Janeiro

 


“The charming chamber-folk music group ANIMA took Brazilian music back to its roots Wednesday…playing improvisations on tunes that date back as far as the early 13th. century. The result was a brightly colored, flowing sound… The group is well rehearsed, moving easily from a lament based on a shepherd’s cry to a fast dance resembling a Celtic reel…”

Alan Greenblatt – The Washington Post, USA


“The Early music movement has gone through a rediscovery phase, an authenticity phase and a recent consolidating, virtuosistic phase. On Saturday, Early Music now, presented the Brazilian group ANIMA in its Milwaukee debut. … ANIMA might represent a new, intuitive, creative phase. Everything they touched – … they treated as a jumping-off point… Anima performed before a large, enthusiastic audience at All Saints´Episcopal Cathedral.”

Tom Strini – Milwaukee Journal Sentinel, USA

 

“The extraordinary band from Brazil, ANIMA, also delights in spontaneity and improvisation. The result is a band like no other. ANIMA’s music is neither loud nor electric, but is lively and electrifying… ANIMA is definitely Brazilian, but unlike any other Brazilian group.”

Doug Spencer – The Planet – ABC, Australian Radio National, Australia

 

“ANIMA reveals that typical Brazilian cultural trait, a proud identity born from the union of its multiple roots which branches out into different artistic tendencies.

The audience at the Tom Jobim Theatre had the opportunity to confirm the merit of this type of concert, which evokes musical delights of old times, reminding us at the same time the origin of various styles we still carry inside us, but which no longer preserve the beauty of the past.”

María Liz Palácios – Última Hora – Asunción, Paraguay


“ANIMA’s latest CD “SPICES”… may be considered one of the most important launches of the recording industry in Brazil this year… an impressive sense of arrangement and harmony. But the best of all is that ANIMA… does not aim at performing historical music nor wastes time with purity of timbre. Their proposal is to interpret live and dynamic art, made in our age for our age.

They do not see history and tradition as a set of rules, but as raw material for contemporary creation, which explains the apparently contradicting feelings of surprise and intimacy experienced during the concert.”

Marcelo Avellar – O Estado de Minas, Belo Horizonte, MG


“Spices... A serious and guiding work, brilliantly executed.”

Mauro Dias – O Estado de São Paulo, São Paulo, SP

“ANIMA’s rendering of music of oral tradition is markedly beautiful. Every fiddle note played by Luiz Fiaminghi, … every recorder note blown by Valeria Bittar, is touching.”

Guitar Player


“The unpredictability of ANIMA’s work proved worthy of the award… With unconventional resources, ANIMA is represented by seven musicians… who combine their individual knowledge to assemble a markedly timeless, improvised, unpredictable musical repertoire…”

Marina Amaral – Diário do Povo, Campinas, SP

 

“Nothing could be as modern as the ancient music performed by ANIMA, a group of talented musicians able to fuse in a most natural way the sounds of a medieval dance, a song from the Jequitinhonha Valley, and the lyricism of Jobim. A marvel!”

José Roberto Prazeres–Classic CD

 

“Seven musicians blend songs and dances of oral tradition... The result is a work of impact.”

Luiz Antônio Giron – Gazeta Mercantil de São Paulo, São Paulo, SP

 

“Never before has the fusion of rhythms been taken so far. Anima’s music proves that the centuries separating medieval troubadour songs and popular rhythms from the Northeast of Brazil are genuinely present in Brazilian music.”

Jornal da Tarde – São Paulo, SP


“This mature work confirms the creativity of Brazilian musicians. ANIMA is undoubtedly one of the great instrumental groups in our popular music.”

Jornal Movimento – São Paulo, SP

 

“With such tasteful graphic presentation and high quality music, who would imagine that Anima’s debut CD is actually an independent Brazilian production?”

Irineu Perpétuo – Classic CD


“Anima has burst onto the scene as a revelation, establishing a new course in Brazilian music today.”

Benjamin Taubkin – Núcleo Contemporâneo

 

“Anima’s work fills a deep void in the Brazilian musical scene. Its musicians, while performing with great virtuosity and emotion songs which cross the classical-popular line, are also highly committed to instrumental and repertoire research.”

Jornal Instrumental - São Paulo

 

“Anima is one of the best experiments in recreating traditional music ever seen in Brazil.”

Oswald Barroso, Playwright